sábado, 4 de abril de 2009

Cara de gente.



Segundo Lula, branco não tem cara "da" gente, nem de "povo". Sabem como é, para aquele que se acha o porta-voz do povo, dos trabalhadores, dos pobres e do Brasil, quem define o sentido da palavra é ele.

Vamos ver no dicionário online:

povo subst m povo ['povu] conjunto de pessoas que vivem num país.

e


gente
subst f gente ['ʒẽtə]
1 pessoas
Havia muita gente na festa.
2 povo
a gente do Norte
toda a gente
as pessoas todas
Toda a gente deve votar.
a gente
nós
A gente vai passear.



Ou seja, se você é branco de olhos azuis, elite, paulista, sulista, índio, negro, alto, baixo, gordo, magro, caolho, desdentado, provinciano, burguês, proletário, rico, podre de rico, magnata, baiano, pernambucano, cafuzo, mestiço, mulato e etc... você é brasileiro. E sendo brasileiro, você pertence ao povo brasileiro. Não existe o "povo" da concepção esquerdista. Segundo eles, o "povo" são os pobres, o resto são alienigenas, estrangeiros, cidadãos de segunda classe.
Para a esquerda, ser pobre é ser superior ao rico.
Da mesma forma que entendemos o racismo como ódio racial, o socialismo é o ódio social, ódio de classes que persegue a instinção dos burgueses. Nada mais do que intolerância.
No vídeo acima podemos ver todos esses preconceitos. Isto não é, nunca foi, um deslize. É a mentalidade comunista que metodicamente vai envenando a cabeça das pessoas.
Está ali o germe do ódio racial e social. Está ali um incentivo claro ao preconceito anti-branco.

Um comentário:

Clausewitz disse...

Parabéns pelo raciocínio e pelo blog. Abraço